Punir o Brasileiro em Vez de Cortar Gastos? Até Quando Vamos Aceitar Isso?

Por Maycon Tombini

Mais uma vez o governo escolheu o caminho mais fácil: tirar do bolso do cidadão. A nova proposta de acabar com a isenção do Imposto de Renda sobre LCIs e LCAs — investimentos que ajudaram muita gente comum a proteger seu dinheiro da inflação — é mais uma facada travestida de “compensação”.

Tudo isso porque o governo decidiu zerar o IOF de compras internacionais. O problema é que, em vez de cortar a própria gordura, o Estado prefere atacar o bolso de quem trabalha, poupa e investe. Ou seja, fazem festa lá em cima e mandam a conta pra base.

LCIs e LCAs financiam o setor imobiliário e o agronegócio — dois motores da economia brasileira. Tributar esses investimentos significa desacelerar ainda mais o país. E o pior: prejudicar justamente quem está tentando se proteger da instabilidade criada por esse mesmo governo.

É revoltante ver tanta facilidade em criar imposto e nenhuma coragem de fazer o que realmente precisa ser feito: cortar os privilégios, os gastos desnecessários, os cargos comissionados, os auxílios imorais e o inchaço do Estado. Mas isso ninguém quer mexer, né?

A conta está chegando para quem já paga caro por tudo. Enquanto isso, continuam falando de aumentar número de deputados, ampliar ministérios, e encher Brasília de assessores.

Chega de covardia fiscal. O Brasil não aguenta mais ser penalizado por um Estado que só cresce pra dentro e abandona quem produz. Se querem compensar algo, que comecem cortando na própria carne. O brasileiro honesto e trabalhador não pode continuar pagando a conta da incompetência política.

Maycon Tombini

Filho do campo e conhecedor dos desafios do agro, Maycon Tombini não mede palavras quando o assunto é defender o produtor rural. No Pecuária & Agricultura Br, ele comenta, analisa e expõe a realidade do setor sem rodeios, sempre com um olhar crítico sobre as políticas que afetam quem trabalha para alimentar o Brasil. Aqui, você vai encontrar opiniões diretas sobre burocracia, segurança no campo, liberdade econômica e tudo o que impacta o dia a dia do agro. Menos Estado, mais incentivo e respeito a quem produz!

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